Lembro a primeira vez que tive esse encontro comigo mesma. Estava solteira recentemente, com vontade de comer pizza. Sempre fui de fazer o que os outros queriam, mas dessa vez decidi ir sozinha. Foi uma brotinho de brócolis com bacon. Numa pizzaria, numa mesa vermelha de bar. Um “colega” passou, deu oi, um sorriso amigável e perguntou: tá sozinha aí? Eu só sorri de volta. Eu estava tão bem sozinha comigo mesma que não senti pena ou solidão. Eu me senti inteira pela primeira vez, fora de casa, numa pizzaria.
Que relato mais lindo, Lu! Imaginei a cena e senti a sua alegria. É tão libertador quando a gente descobre essa liberdade e paz que a solitude nos traz. De quebra, vem um autoconhecimento absurdo que faz com que tenhamos a chance de aprender mais sobre quem somos, o que queremos e o que não queremos. Com certeza essa foi uma pizza deliciosa!❣️
Moça,vc é certeira demais!!! Eu tinha vergonha de sair sozinha, até que precisei e foi amor a primeira vista. Todo mundo deveria neh? Acho que empodera tanto. Amei o texto, como sempre
Ah que amor! Muito obrigada. E é aquela coisa, né? No início é mais difícil, mas depois que tomamos gosto por esses passeios solo, se torna tão essencial na nossa rotina.
É uma sensação tão boa fazer algumas coisas só, sem precisar de companhia ou validação.
Sempre fazemos tanto pelos outros que fazer por nós mesmos é como ouro. E acredito que quando apreciamos estes momentos com nossa própria companhia entendemos a diferença entre querer e precisar estar na companhia de outras pessoas.
Muito obrigada! Estava delicioso mesmo, fez bem para a alma.
E realmente existe essa confusão na nossa sociedade. Associam solidão com solitude, quando na verdade, acho que é exatamente quando estamos apreciando a solitude que menos estamos em solidão. Mas nem todo mundo está preparado para essa conversa, né?
Lembro a primeira vez que tive esse encontro comigo mesma. Estava solteira recentemente, com vontade de comer pizza. Sempre fui de fazer o que os outros queriam, mas dessa vez decidi ir sozinha. Foi uma brotinho de brócolis com bacon. Numa pizzaria, numa mesa vermelha de bar. Um “colega” passou, deu oi, um sorriso amigável e perguntou: tá sozinha aí? Eu só sorri de volta. Eu estava tão bem sozinha comigo mesma que não senti pena ou solidão. Eu me senti inteira pela primeira vez, fora de casa, numa pizzaria.
Que relato mais lindo, Lu! Imaginei a cena e senti a sua alegria. É tão libertador quando a gente descobre essa liberdade e paz que a solitude nos traz. De quebra, vem um autoconhecimento absurdo que faz com que tenhamos a chance de aprender mais sobre quem somos, o que queremos e o que não queremos. Com certeza essa foi uma pizza deliciosa!❣️
Exatamente isso! Temos que aprender a ser nossa melhor companhia! Parabéns pelo texto!
Obrigada, Quézia. E é isso, né? No fim, somos nós por nós mesmas. Temos que aprender a ser feliz na solitude.
Por nada! Isso mesmo!
Moça,vc é certeira demais!!! Eu tinha vergonha de sair sozinha, até que precisei e foi amor a primeira vista. Todo mundo deveria neh? Acho que empodera tanto. Amei o texto, como sempre
Ah que amor! Muito obrigada. E é aquela coisa, né? No início é mais difícil, mas depois que tomamos gosto por esses passeios solo, se torna tão essencial na nossa rotina.
É uma sensação tão boa fazer algumas coisas só, sem precisar de companhia ou validação.
Sempre fazemos tanto pelos outros que fazer por nós mesmos é como ouro. E acredito que quando apreciamos estes momentos com nossa própria companhia entendemos a diferença entre querer e precisar estar na companhia de outras pessoas.
É isso: saber a diferença entre querer e precisar! Isso é ouro! Mimos que o autoconhecimento nos traz!
Muito obrigada! Estava delicioso mesmo, fez bem para a alma.
E realmente existe essa confusão na nossa sociedade. Associam solidão com solitude, quando na verdade, acho que é exatamente quando estamos apreciando a solitude que menos estamos em solidão. Mas nem todo mundo está preparado para essa conversa, né?